A busca por clientes e pelo aumento dos lucros é uma batalha...

Segundo a Tubonasa, distribuidora com mais de 45 anos em São Paulo, o tubo com costura nasce de bobina calandrada e soldada no comprimento (processo ERW), enquanto o sem costura é extrudado em bloco único — sem solda — para as aplicações de maior pressão e temperatura. Tabela, transcrição do vídeo e cotação direta nesta página.
O tubo com costura nasce de uma bobina de aço plano, conformada em tubo e soldada no comprimento por resistência elétrica — o processo ERW. A costura não é um remendo: é o próprio método de fabricação, e trabalha tão bem que a norma estrutural A500 é toda de tubo com costura. Mezanino, galpão, portão, móvel de aço: o Brasil constrói sobre tubo ERW há décadas.
O resultado é o tubo mais comum do país — o de estrutura, serralheria e condução do dia a dia — produzido em escala, com custo menor que o do sem costura e com ensaio de solda incluído no certificado de qualidade do lote.
Etapa 1 — a bobina: o aço laminado chega enrolado, é desenrolado, aplainado e cortado em tiras contínuas na largura exata do perímetro do tubo. A chapa que entra é a parede que sai. Etapa 2 — a conformação: uma sequência de rolos dobra a tira progressivamente, do perfil em U ao fechamento em O, até as bordas se encontrarem alinhadas, sem tensão concentrada. Etapa 3 — a solda ERW: corrente elétrica de alta frequência aquece as duas bordas até a fusão e os rolos as prensam juntas. Não existe material de adição — o próprio aço do tubo faz a união, num cordão contínuo e do mesmo material do corpo.
Depois vêm calibração (diâmetro e redondeza na medida do catálogo), corte em barras comerciais de 6 metros e acabamento — preto ou galvanizado.
A decisão é de aplicação, não de qualidade. Com costura: estrutura, móveis, serralheria e condução comum — o território da A500 e das NBRs estruturais, com custo menor. Sem costura: vapor, alta pressão, alta temperatura e linha hidráulica — o território da A106, onde a parede contínua em 360 graus é requisito. A regra de bolso do balcão: fluido bravo pede tubo sem costura; estrutura e condução tranquila resolvem com ERW e sobra orçamento.
Errar para qualquer lado custa: pagar sem costura onde a norma resolve com ERW é desperdício; economizar onde o projeto exige sem costura é risco — e não é opção.
Três pistas práticas. 1 — o cordão: olhando por dentro do tubo dá para achar a linha fina de solda longitudinal correndo o comprimento. 2 — a marcação: norma e processo vêm gravados ou pintados no corpo — A500 indica com costura; A106, sem costura. 3 — o certificado: o documento de qualidade do lote declara o processo de fabricação. Na dúvida na hora da compra, peça o certificado — ele responde preto no branco.
Transcrição integral do vídeo da série Tubonasa sobre o tema (texto do roteiro original).
Tubo com costura ou sem costura: qual a diferença? Vai direto: o com costura nasce de bobina de aço calandrada e soldada no comprimento — o processo ERW; o sem costura nasce de um bloco maciço perfurado e laminado, sem solda nenhuma, feito pra pressão e temperatura altas. Não existe 'melhor': existe processo certo pra aplicação certa. E é exatamente isso que você vai saber escolher nos próximos minutos.
Como nasce o com costura? De uma bobina: o aço plano é desenrolado, conformado em tubo e soldado no comprimento por resistência elétrica — o ERW. Depois, calibração e acabamento. A costura não é defeito — é o método. E no estrutural, ela trabalha tão bem que a norma A500 é toda de tubo com costura. É o tubo mais comum do Brasil: estrutura, móvel, serralheria e condução do dia a dia.
E o sem costura? Nasce de um tarugo: um bloco maciço de aço, aquecido, perfurado no centro e laminado até virar tubo. O resultado é um corpo único, monobloco, com a parede contínua em 360 graus — não existe emenda em lugar nenhum do tubo. É um processo mais caro e mais lento, reservado pra onde a solda seria ponto de atenção: pressão alta, temperatura alta, serviço severo.
Quando cada um? Com costura: estrutura, móveis, serralheria e condução comum — onde a A500 e as NBRs estruturais mandam, com custo menor. Sem costura: vapor, alta pressão, alta temperatura e linha hidráulica — o território da A106. A regra de bolso do balcão: se o fluido é bravo, sem costura; se o serviço é estrutura ou condução tranquila, o com costura resolve e ainda sobra dinheiro.
E o preço? O sem costura custa mais — o processo é mais caro do início ao fim, do tarugo à laminação. Isso não é defeito do com costura, nem luxo do sem: é física de fabricação. Por isso a escolha errada dói dos dois lados. Pagar sem costura em serviço que a norma resolve com ERW é queimar dinheiro; e economizar onde o projeto exige sem costura nem é opção — é risco.
Como identificar no balcão? Três pistas. Primeira: olha por dentro — no com costura dá pra achar o cordão de solda longitudinal, uma linha fina correndo o comprimento. Segunda: a marcação — norma e processo vêm gravados ou pintados no tubo; A500 é com costura, A106 é sem. Terceira: o documento — o certificado de qualidade do lote declara o processo de fabricação preto no branco. Na dúvida, pede o certificado.
Com costura ou sem costura, quem define é a sua aplicação — e a Tubonasa entrega os dois, com pronta entrega em São Paulo, há mais de 45 anos. Manda a norma, a bitola e a metragem no WhatsApp: onze, dois, nove, cinco, quatro, zero, dois, nove, nove. E o catálogo técnico, com todas as famílias, tá no link da descrição.
Transcrição integral do vídeo da série Tubonasa sobre o tema (texto do roteiro original).
Como o tubo com costura é fabricado? Em três etapas: desbobinamento da chapa, conformação em U e O, e solda longitudinal por resistência elétrica — o famoso ERW. É esse processo que produz o tubo mais usado do Brasil, da estrutura ao móvel. Nos próximos minutos você acompanha a linha inteira, da bobina ao tubo pronto — e entende por que essa costura aguenta o que aguenta.
Etapa um: a bobina. O tubo com costura começa plano — aço laminado enrolado em bobinas de toneladas. Na fábrica, a bobina é desenrolada, aplainada e cortada em tiras contínuas, cada uma na largura exata do perímetro do tubo que vai nascer. E é aqui que a espessura da parede já fica definida: a chapa que entra é a parede que sai. Tira pronta, começa a dobra.
Etapa dois: a conformação. A tira atravessa uma sequência de rolos que dobram o aço aos poucos — primeiro num perfil em U, depois fechando em O, até as duas bordas se encontrarem alinhadas. Nada de dobra brusca: é progressivo, pra parede fechar redonda e sem tensão concentrada. No fim dessa mesa de rolos, o tubo já tem formato — só falta unir as bordas. E aí entra a estrela do processo.
Etapa três: a solda. ERW é solda por resistência elétrica: as bordas se fundem uma na outra — não existe 'material de solda' pra soltar. Uma corrente elétrica de alta frequência aquece as duas bordas até o ponto de fusão, e os rolos as prensam juntas: o próprio aço do tubo vira a união. Por isso o cordão do ERW é contínuo, uniforme e do mesmo material do corpo.
E depois da solda? A linha termina o serviço em três passos. Calibração: rolos finais acertam o diâmetro e a redondeza na medida do catálogo. Corte: o tubo contínuo vira barras — a comercial de 6 metros. E acabamento: segue preto, que é o aço ao natural, ou ganha a proteção de zinco na versão galvanizada. Daí vai pro estoque — e do estoque, pra sua obra.
E a pergunta que sempre volta: essa costura é confiável? É — e quem responde é a norma, não a opinião. O estrutural brasileiro é todo tubo com costura: a A500 e as NBRs de estrutura especificam ERW, com ensaio de solda incluído no certificado. Olha em volta: mezanino, galpão, portão, móvel de aço — o Brasil constrói sobre tubo ERW há décadas. Costura de norma não é ponto fraco; é método comprovado.
Tubo com costura pra estrutura, serralheria ou condução? A Tubonasa tem pronta entrega em São Paulo, há mais de 45 anos — preto e galvanizado. Manda a lista no WhatsApp: onze, dois, nove, cinco, quatro, zero, dois, nove, nove. E o catálogo técnico completo tá no link da descrição.
É o tubo fabricado a partir de bobina de aço conformada e soldada no comprimento pelo processo ERW — solda por resistência elétrica, sem adição de material.
É diferente: cada um tem função. O sem costura atende pressão e temperatura altas (A106); o com costura domina estrutura e condução comum (A500) com custo menor.
Em três etapas: desbobinamento da chapa, conformação progressiva em U e O, e solda longitudinal ERW — depois calibração, corte em barras de 6 metros e acabamento.
Solda por resistência elétrica: corrente de alta frequência funde as bordas uma na outra, sem material de adição. O próprio aço do tubo faz a união.
Veja também: o guia de tubos sem costura, o tubo schedule (a série da parede) e o catálogo de tubos de aço.
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