O metalon é um produto feito de aço carbono muito utilizado no...

A fabricação de tubo sem costura transforma um tarugo maciço de aço carbono, aquecido a cerca de 1.200 °C, em tubo oco por laminação a quente e perfuração com mandril, sem solda longitudinal. Esse processo dá parede uniforme, explica o custo maior frente ao tubo com costura e sustenta normas como a ASTM A106.
O tubo sem costura nasce de um tarugo maciço de aço carbono, e não de uma bobina. O processo de fabricação aquece esse tarugo, perfura o centro com um mandril e o alonga por laminação a quente até virar um tubo oco, sem solda longitudinal. Quem especifica linha de vapor ou de óleo e gás precisa conhecer essa sequência, porque ela explica por que a norma do projeto pede esse tubo e por que ele custa mais.
A Tubonasa é distribuidora de tubos de aço carbono, com mais de 45 anos de mercado, e fornece tubos sem costura sob consulta de norma, grau e bitola, sem fabricá-los: a laminação é trabalho das usinas. Conhecer a rota do tarugo ao tubo calibrado ajuda o comprador a ler a especificação e a pedir o item certo na primeira cotação.
Precisa cotar tubo sem costura? Envie norma, grau, diâmetro, schedule e quantidade pelo WhatsApp ou pelo formulário de orçamento.
A fabricação de tubo sem costura segue a rota do processo Mannesmann: aquecimento do tarugo, perfuração em laminador oblíquo, alongamento sobre mandril, calibração a quente, resfriamento, desempenamento, corte e ensaios. Cada etapa aproxima o tubo do diâmetro e da parede finais.
Tudo começa no tarugo, um cilindro maciço de aço carbono. Ele é aquecido a cerca de 1.200 °C, faixa em que o aço se torna plástico o bastante para ser deformado a quente.
Aquecido, o tarugo entra no laminador oblíquo. São dois cilindros inclinados, em forma de barril (ou de cone, conforme o laminador), que comprimem o tarugo e o fazem girar e avançar ao mesmo tempo. No centro, uma ponta de perfuração (plug) apoiada numa barra abre o furo e alisa a superfície interna.
O resultado é o tubo bruto, de parede espessa e comprimento ainda curto, e Mannesmann é o nome histórico e mais citado desse método de laminação.
O tubo bruto segue para o laminador alongador — de mandril contínuo, pilger ou plug mill, conforme a usina —, que afina a parede, alonga o tubo e ajusta o diâmetro externo. É nessa passagem que a espessura deixa de ser a do tubo bruto e começa a se aproximar da medida pedida em norma.
Depois do alongamento o tubo é reaquecido e passa pelo laminador calibrador (ou redutor-estirador), que leva diâmetro externo e parede às dimensões finais. Em seguida vai ao leito de resfriamento, é desempenado em desempenadora de rolos, cortado no comprimento e submetido aos ensaios da norma: hidrostático e ensaio não destrutivo (ultrassom ou correntes parasitas) em 100% da produção, além do certificado de corrida.
| Etapa | O que acontece | O que resulta no tubo |
|---|---|---|
| Aquecimento | O tarugo maciço é aquecido a cerca de 1.200 °C | Aço plástico o bastante para a deformação a quente |
| Perfuração | Laminador oblíquo comprime e gira o tarugo; a ponta de perfuração abre o furo | Tubo bruto de parede espessa, sem solda |
| Alongamento | Laminador alongador sobre mandril (mandril contínuo, pilger ou plug mill) | Parede mais fina, tubo mais longo, diâmetro externo ajustado |
| Calibração | Reaquecimento e laminador calibrador (ou redutor-estirador) | Diâmetro externo e parede nas dimensões finais |
| Resfriamento e desempenamento | Leito de resfriamento e desempenadora de rolos | Tubo frio e sem empenos |
| Corte e ensaios | Corte no comprimento, ensaio hidrostático, ensaio não destrutivo e certificado de corrida | Tubo no comprimento pedido, testado e rastreável |
Para tubos de precisão (DIN 2391 / EN 10305, ASTM A519), o tubo laminado a quente ainda passa por trefilação a frio, que aperta a tolerância dimensional e melhora o acabamento superficial.
O tubo sem costura nasce de um tarugo maciço perfurado e não tem solda longitudinal; o tubo com costura nasce de uma bobina de aço carbono conformada e soldada, em geral por ERW. ERW é a sigla de solda por resistência elétrica, processo usual para unir a bobina conformada em tubo. Isso não torna o tubo com costura inadequado, porque ele também segue norma e atende bem às aplicações para as quais foi feito. A comparação completa — custo, pressão, aplicações — está em tubo de aço com ou sem costura.
Como o tubo sem costura sai de um tarugo perfurado, não existe junta soldada ao longo do comprimento. A parede é contínua, e a região de solda deixa de ser um ponto de atenção do projeto. Essa é a marca da perfuração.
O alongador responde pela variação de parede. Como o furo nasce no centro do tarugo e a parede é afinada sobre o mandril, pode haver excentricidade: a parede fica um pouco mais grossa de um lado do que do outro. As normas limitam essa variação, e é por isso que a parede mínima aparece na especificação.
O calibrador define a tolerância de diâmetro externo, que é o que garante o encaixe nas conexões do projeto. O desempenamento entrega a retidão, medida em desvio por metro. O corte, os ensaios hidrostático e não destrutivo e o certificado de corrida fecham o que o comprador de A106 ou API 5L paga: um tubo testado e rastreável até a corrida do aço.
O custo maior é consequência do processo. Tarugo, aquecimento em alta temperatura e laminação em várias etapas dão mais trabalho do que conformar e soldar uma bobina. O valor ainda oscila com a cotação do aço. O preço do dia sai pelo WhatsApp.
A especificação vem do projeto e da norma, não da preferência do comprador. Cabe ao projeto dizer se o serviço exige tubo sem costura; cabe ao comprador levar norma, grau e schedule corretos para a cotação.
Uma linha de vapor ou de fluido quente em planta industrial costuma pedir tubo sem costura pela norma de serviço em alta temperatura, a ASTM A106. Numa linha de transporte de óleo e gás o projeto especifica a API 5L, que admite versões com e sem costura, e o tipo vem da especificação.
Na manutenção industrial, a troca de um trecho exige a mesma norma e o mesmo schedule do tubo original. Pressão e temperatura de serviço dependem da norma e do grau, e não cabem numa regra geral: consulte a norma do projeto e a equipe da Tubonasa.
Cinco normas costumam ser citadas em especificações de tubo de aço carbono, cada uma com escopo próprio.
| Norma | O que cobre |
|---|---|
| ASTM A106 | Tubos de aço carbono sem costura para serviço em alta temperatura |
| API 5L | Tubos de linha para petróleo e gás, em versões com e sem costura |
| ASTM A53 tipo S | O tipo sem costura da ASTM A53 |
| NBR 5590 | Tubos de aço-carbono para condução de fluidos, com ou sem costura, graus A e B, parede pelas séries Schedule (equivalente à ASTM A53); no catálogo Tubonasa, de 1/4" a 30" |
| ASME B36.10M | Dimensões da série Schedule |
Uma cotação completa evita retrabalho, e para isso a equipe precisa destes dados:
O catálogo da Tubonasa cobre a série Schedule de 1/4" a 30", com diâmetro externo de 13,72 mm a 762 mm e parede de 2,24 mm a 59,54 mm, conforme schedule e bitola. A disponibilidade de cada item se confirma com a equipe.
As usinas produzem sob encomenda, com quantidade mínima alta, e cada uma cobre uma faixa de bitolas. É aí que entra o distribuidor: a Tubonasa atende pedidos pequenos e grandes. Entre em contato com o vendedor e veja como funciona o nosso frete grátis.
Walter Gongora Junior — CEO da Tubonasa, distribuidora de tubos de aço carbono com mais de 45 anos de mercado.
Não. Metalon é o tubo quadrado ou retangular de aço carbono, feito de bobina conformada e soldada: é sempre tubo com costura. A resistência vem do grau do aço e da espessura da parede, não do nome.
Não. Schedule é a série que combina diâmetro e espessura de parede, com dimensões na ASME B36.10M, e não informa como o tubo foi feito. A ASTM A53 tem o tipo S, sem costura, e a API 5L existe com e sem costura. Por isso o pedido deve trazer a norma e o tipo, além do schedule.
O mesmo cálculo de qualquer tubo redondo: peso (kg/m) = (diâmetro externo − parede) × parede × 0,02466, com medidas em mm. É assim que a ASME B36.10M tabela as massas da série Schedule — um 2" Sch 40 (Ø 60,3 mm, parede 3,91 mm) dá 5,44 kg/m, ou 32,6 kg na barra de 6 m. O que muda por norma é a tolerância; na cotação a equipe confirma peso e disponibilidade da bitola.
O tipo S da ASTM A53 é o tubo sem costura, o que o distingue do tipo E (solda por resistência elétrica, ERW) e do tipo F (solda por caldeamento em forno). Os graus A e B valem para os três. Quem pede A53 sem indicar o tipo deixa a compra em aberto. Na cotação, escreva A53 tipo S e informe grau, diâmetro nominal e schedule do projeto.
A norma do projeto define os ensaios exigidos e o certificado que acompanha o tubo. Como os requisitos variam por norma e por grau, a Tubonasa não informa valores sem a especificação em mãos. Envie a norma e o certificado pedido, e a equipe confirma o que consegue atender.
A NBR 5590 é a norma brasileira de requisitos do tubo de condução (material, graus A e B, com ou sem costura, ensaios); a ASME B36.10M é só a tabela dimensional da série Schedule, que a NBR 5590 adota. Uma diz como o tubo deve ser, a outra quanto ele mede. Cite a norma exata na cotação, e a equipe confirma o atendimento.
Precisa de tubo de aço carbono sem costura? Envie norma, grau, diâmetro, schedule e quantidade pelo WhatsApp da Tubonasa e receba a cotação do dia, ou peça pelo formulário de orçamento. Entre em contato com o vendedor e veja como funciona o nosso frete grátis.
O metalon é um produto feito de aço carbono muito utilizado no...
A exposição à umidade, produtos químicos e agentes corrosivos exige critérios específicos...
Dúvidas sobre a ASTM A500? A gente traz um guia completo sobre...